quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Grécia: Ideias e ideais de um povo antigo
Os gregos não sabiam da existência de muitos outros povos, mas sabiam da existência dos persas e dos egípcios.
A Pérsia queria que a Grécia fosse parte de seus territórios. Para que os Persas não tomassem suas terras, os gregos de diversas cidades-estados se uniram, formando uma aliança. Quem conseguiu uni-los foi Themistocles, que também modificou a marinha grega, criando barcos mortíferos, capazes de atingir altas velocidades devido ao seu formato e a grande quantidade de remadores que suportavam. Também tinham uma estrutura incrível, com base de bronze e três pontas destruidoras na parte frontal. Themistocles éra perspicaz e montou um plano de batalha, tendo em vista os pontos fracos dos persas. No fim, os gregos venceram. Algum tempo depois, o líder que fez com que a Grécia vencesse a batalha do Estreito de Salamis, foi condenado por ter a mente mais avançada, colocando em risco o passado e a história grega, na visão da população.
Mais para frente, um líder grego muito ambicioso começou a ter relações comerciais com o Egito.
A arquitetura grega sempre foi voltada para a grandiosidade e para o poder. As estruturas eram fortes e inteligentes. Os homens eram treinados desde crianças para a guerra. Era algo cultural, tanto que haviam batalhas entre suas cidades-estados.
Os Deuses eram os culpados pelas catástrofes naturais e fatos que não podiam ser explicados na época, já que não havia tecnologia suficiente para analisar o principio ou a origem das coisas. A população grega se preocupava em não fazer o que os deuses julgavam errado, pois temiam que os mesmo se irritassem e gerassem mais catástrofes.
O medo da substituição do velho pelo novo, de Cronos para com Zeus, esteve presente no cotidiano grego assim como é nos dias atuais. Zeus pode ser comparado aos homens, de maneira geral, quando comparamos o desejo carnal. Zeus teria tido relações com muitas mulheres mortais, apesar de estar casado com sua irmã Hera.
Renata Bernardo Caparroz n°24
Victor Santini n°31
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Electra - Eurípides
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| Estátua de Electra, autor não encontrado |
O marido de Electra, o Trabalhador, a respeita totalmente. Acha que não deve tocar sua esposa pois ela vem de uma família de poder, e portanto não é de sua estirpe. Por este motivo, Electra permanece virgem.
Electra, mulher titulo da peça, é forte, decidida e vingativa, qualidade que, por ser muito abundante, não a permite pensar com total racionalidade ao longo da peça.
Proteção, dinheiro, comida e tudo o que os personagens necessitam pedem aos deuses. Também agradecem e mencionam os nomes das divindades em grande parte das falas.
Os homens na peça são seres de maior valor do que as mulheres. Impõem regras, exigem que elas realizem todos os trabalhos domésticos, mas por um outro lado, trabalham para dar alimento a sua família. Já as mulheres, tem como função cuidar da casa, do marido, dos filhos e dos afazeres domésticos.
Os homens culpam os deuses por seus infortúnios, afirmando que quando realizam algo importuno é culpa de algum deus que usou seu corpo para realizar mal feitices.
Os personagens secundários variam entre amigos, que ajudam e aconselham Electra e seu irmão ao longo da peça, e inimigos, que são supostamente sua mãe Clitemnestra e seu atual marido Egisto.
Os homens na peça são seres de maior valor do que as mulheres. Impõem regras, exigem que elas realizem todos os trabalhos domésticos, mas por um outro lado, trabalham para dar alimento a sua família. Já as mulheres, tem como função cuidar da casa, do marido, dos filhos e dos afazeres domésticos.
Os homens culpam os deuses por seus infortúnios, afirmando que quando realizam algo importuno é culpa de algum deus que usou seu corpo para realizar mal feitices.
O Velho foi quem educou Electra e seu irmão Orestes e mais tarde voltou para ajudar no planejamento do assassinato de Egisto.
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